Tinder é um jogo de correspondência de perfis com a intenção de obter via internet um caso, amoroso ou não. Aderi ao jogo já lá vai algum tempo e confesso, viciei-me tal que nem um puto ou um menos-puto que se vicia em jogos…
“Tinder” é um termo inglês que significa várias coisas entre as quais “correspondência” (match). A ideia é termos à nossa disposição um mostruário do género que procuramos e simplesmente, um a um, mover a respetiva foto para a esquerda, se não gostamos (Nope), e para a direita se gostamos do género (Like). Ou seja, no caso de eu macho procurar uma fêmea, à medida que elas forem aparecendo no meu ecrã se por acaso fizer o meu género, “atiro-a” (swipe) para a direita. Com sorte, se ela nos fizer o mesmo, gera-se uma “correspondência” (match) e abre-se um canal de “chat” ou conversa entre os dois. Ou seja, é uma espécie de caça ao Pokémon, um célebre jogo de caça a monstros que nunca me provocou mas que me trouxe carradas de interrogações filosóficas dado o seu poder de viciação. {{Pokémon}}, um fenómeno mundial talvez muito superior ao Tinder, lembram-se? Moral da história, poder-se-á dizer que Tinder é a minha caça ao Pokémon…