O Vírus Chinês

Não vou com certeza passar a ser um fã do Brasil e menos ainda do seu presidente que, não me canso de afirmar, é o presidente que os Brasileiros merecem. Mas de facto eu também prefiro chamar este vírus de “Vírus Chinês” tal como é chamado no Brasil. Não vou com certeza passar a ser um fã do presidente Trump que, não me canso de afirmar, é o presidente que os Americanos precisam. Mas de facto eu também prefiro chamar este vírus de “Vírus Chinês” tal como é chamado nos USA.

Não esqueço Tiananmen! Não esqueço a exterminação de quem se tem oposto ao regime Chinês. Mas os Chineses sempre esqueceram a ajuda do Ocidente quando eram um povo miserável, porco e imundo. Continuam a ser um povo miserável. Também nos seus hábitos de higiene não evoluiram muito mas essencialmente no que são e na forma como estão no mundo mantêm-se inalteráveis. A China tornou-se, há umas décadas, uma potência mundial à custa da solidariedade Ocidental. Aquele bilião e meio de gente miserável precisava do que o Ocidente lhes providenciou. Compreensão! Hospitalidade. O fechar de olhos e ouvidos. A desmedida tolerância a hábitos que jamais serei capaz de digerir, tanto como eles serão capazes de se verem livres deles. Sem esquecer todas as facilidades económico-financeiras oferecidas então a quem procurava no Ocidente a sobrevivência. Era assim, ainda é assim agora…

É esta parte do agora que não entendo! A China tem que ser parada. Tem que ser bloqueada. Tem que sentir a reação que aquela forma de ser e estar exige que sinta. A China é poderosa mas o seu povo continua a ser miserável. Em contraste com o poder instituído. A ostentação. A arrogãncia. O racismo. A xenofobia. O desrespeito pela pessoa. Pelo indivíduo. O trabalho escravo por uma malga de arroz. Tudo isso é a China. E ainda por cima continuamos a permitir que os seus produtos, conseguidos à custa da exploração física, mental e psicoloógica do seu povo, entre pelas nossas fronteiras adentro com taxação reduzida. Como se disso dependendesse a nossa própria sobrevivência. “Ah, é muito barato!”, diz-se. Sim, muito barato mas à custa do sangue e suor de milhões de desgraçados que nunca sentiram o sabor da liberdade de poder opinar sobre o seu próprio destino.

A China já não é o reino de Mao Tsé-Tung que, juntamente com os seus seguidores, arrancou da chafurdice física, mental e psicológica uma maré de gente perdida num território sem destino, sem sentido, sem rei nem roque! A China não precisa mais de facilidades fiscais aos seus emigrantes que trazem estes negociozinhos de treta para todo o Ocidente, o qual continuam a invadir. A China já não precisa de taxar os produtos do Ocidente de 5 a 10 vezes mais do que os seus produtos são taxados quando entram nesse Ocidente. A China já não precisa da compreensão do Ocidente. Da tolerãncia. Da solidariedade…

A China precisa de ser posta no seu lugar. Precisa de ser forçada a entender que este vírus é Chinês. E que todos os demais vírus que tem criado e alimentado durante todas estas décadas desde que precisaram da nossa ajuda, têm de ser exterminados de vez, pois nem os Chineses nem os seus vírus são já bem-vindos. A China precisa de ser travada. E porque estou totalmente convicto disto, não contem comigo para me opor a Trump, porque para já é o único que inequivocamente sintoniza comigo: a China tem que ser travada! Não tem que ser mudada, apenas travada, confinada ao seu imenso mundo onde o termo “rebanho” é aplicado também a um conjunto de pessoas. E por cada produto Chinês que compramos estamos a encurtar a possibilidade de dar lugar à libertação de crianças, mulheres e homens a quem ensinaram, desde que deixaram o útero de suas mães, que a China é o único mundo que eles querem conhecer, onde querem estar e onde devem praticar toda a sua subserviência.

Mantenhamos a fé que um dia, muito próximo, o vírus Chinês vai ser exterminado…

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