De vez em quando sinto-me um pouco solitário e apareço por aqui… Claro que a maralha da minha faixa etária se lembra de {{Bonnie Tyler}}, 1951, {{País de Gales}}, uma loiraça inconfundível que marcou uma época da música pop, soft-rock e {{country music}}. E claro, nós a maralha idosa que se lembra dela, de vez em quando também nos sentimos um pouco tensos, quiçá tristes,
Legionella Contra-ataca
A legionella coloca-nos ao nível de países de terceiro mundo, assim tipo Angola. Porquê? Porque neste país colocam-se totós em lugares de direção. Eu não disse burros. Disse totós. Aqueles que dão jeito, leia-se ‘são convenientes’, estarem em lugares chave e que se convencem que estão assim posicionados porque são geniais. Neste país fica-se contente em justificar meio país queimado devido a ventos e raios
Epidémica Insanidade Mental -p6
A queda do Império Humano! Pessimismo? Não! Fatalismo? Não! Profecia da desgraça? Não! Tão somente uma saturação que se vai acumulando em mim de tal modo que já quase roça o limiar da vontade de desistir, que por si só é algo dramático, certo? Os animais humanos degeneram, degradam-se e vão recuperando passo a passo o seu lado besta que um dia eu cheguei a
Deixa pra Lá…
Não que eu seja fã dos Beatles nem porque ache a música “Let It Be” muito boa, mas apenas porque decidi hoje dedicar uma prosa ao estereótipo social que chamo de pessoas “deixa pra lá”. Cada um de nós, animais humanos transeúntes nesta grande bola azul, é sempre um bocadinho “deixa pra lá”, um bocadinho “na tou pra me chatear” ou um bocadinho “não é
Casamento é dose -p5
ELA – Deixaste a tampa da sanita para cima outra vez. ELE – Deixei? ELA – Sim, eu acabei de dizer que sim! ELE – Tens a certeza que fui eu? ELA – Quem mais poderia ter sido, podes dizer-me? ELE – Tu! ELA – Vamos, não comeces… ELE – Começar o quê? ELA – A desconversar, como sempre, é o que é. ELE –
Por falar em códigos…
Hoje apresento um dos maiores compositores de bandas sonoras de filmes (cinema), {{Hans Zimmer}}, compositor alemão, 1957, que também compôs para uma trilogia fenomenal, “{{O Código Da Vinci}}” em 2006, “Anjos e Demónios” em 2009 e “Inferno” em 2016 dos quais não perdi pitada até porque aprecio {{Tom Hanks}}. O “Chevaliers de Sangreal”[1] é o tema que deixo aqui para delícia de quem quiser ouvir,
Cruzando a 64ª Constelação…
As pessoas valem pelo que fazem ou têm, não pelo que são. Esta é uma verdade aprendida algures nas nossas vidas quando o nosso cérebro já é capaz de entender a diferença entre o “ser” e o “ter”. No entanto, isso não acontece com todos porque nem todos conseguem atingir aquele estado de sabedoria que lhes permite considerarem-se sábios ou serem considerados por outros como
Disfunção Social
… ou “Sou um pobre cowboy solitário e estou muito longe do lar…”. A ideia aqui não é falar sobre {{Lucky Luke}}, o cowboy mais rápido que a sua própria sombra, mas sim falar apenas sobre a desmistificação da solidão e a exaltação da sua parte saudável. Convenhamos que não tenho intenção de oferecer ao mundo uma receita para batalhar contra a solidão, na sua
Sou Corpo e Alma!
Há os crentes e os não crentes… Os racionais e os emotivos… Há aqueles que confundem o espírito com a alma… E, depois há ainda aqueles com os quais me identifico. Eu sou um todo, uma unidade humana muito especial, sou corpo e alma. Por alma, entenda-se, a psique, que faz com que eu sinta felicidade, tristeza, amor, ódio, e muito mais… O modo como
Aonde Pensas que Vais?
Vais sair? A esta hora? Aonde vais? E com quem vais? Conheço? Aonde pensas que vais? A que horas vens? Não achas tarde demais? Aonde pensas que vais? Com quem vens? Conheço? Aonde pensas que vais? Vais assim vestida? Estás a brincar comigo, não estás? Tens mesmo que ir assim? Não está frio lá fora? Aonde pensas que vais? Não vais sentir a minha falta?
Não Desprezes…
Não somos todos iguais! Seremos, quando muito, diferentes mas partilhando pontos comuns. Caraterísticas físicas. Mentais. Comportamentos que dependem do contexto em que nascemos e somos criados. Somos seres humanos mas antes de mais somos animais. Animais de uma espécie que se distingue pelo poder de um orgão que tem tanto de nosso amigo como de nosso inimigo: o cérebro! Não desprezemos o seu poder de
Épocas & Épicos
Hoje o rei Carlos III[1] recebeu a coroa e, não sei porquê, lembrei-me do filme ‘Gladiador’[2]. Talvez no meu subsconsciente habite a simpatia por alguém que vai enfrentando e liquidando impérios e seus imperadores, embora o Reino Unido não seja há muito o império que foi noutras épocas. Vi o ‘Gladiador’ no cinema e gostei porque sou fã de fantasia, de filmes épicos/de época, de
Aridez Emocional
A diferença entre ‘sentimento’ e ‘emoção’ ou entre o ‘estado sentimental’ e o ‘estado emocional’ é tão ténue que por vezes é tida como nenhuma. Na qualidade de homem pragmático, que em mim tomo como uma caraterística inata, não sou muito dado a um ou outro estado mas, em compensação, nutro uma elevada simpatia por ambos. Estava eu conversando com alguém sobre as coisinhas da
Enredado -p2
Entre o é e o deveria ser. Entre o foi e o não deveria ter sido. Entre o ela e a outra. Entre o conceito e o preconceito. Entre a parentalidade e a progenitoridade[1]. Entre o amigo e a amizade. Entre o social e o individual. Entre a multidão e a solidão. Entre o ruído e o silêncio. Entre o prazer e a dor. Entre