Aonde Pensas que Vais?

Vais sair? A esta hora? Aonde vais? E com quem vais? Conheço? Aonde pensas que vais? A que horas vens? Não achas tarde demais? Aonde pensas que vais? Com quem vens? Conheço? Aonde pensas que vais? Vais assim vestida? Estás a brincar comigo, não estás? Tens mesmo que ir assim? Não está frio lá fora? Aonde pensas que vais? Não vais sentir a minha falta?

Não Desprezes…

Não somos todos iguais! Seremos, quando muito, diferentes mas partilhando pontos comuns. Caraterísticas físicas. Mentais. Comportamentos que dependem do contexto em que nascemos e somos criados. Somos seres humanos mas antes de mais somos animais. Animais de uma espécie que se distingue pelo poder de um orgão que tem tanto de nosso amigo como de nosso inimigo: o cérebro! Não desprezemos o seu poder de

Épocas & Épicos

Hoje o rei Carlos III[1] recebeu a coroa e, não sei porquê, lembrei-me do filme ‘Gladiador’[2]. Talvez no meu subsconsciente habite a simpatia por alguém que vai enfrentando e liquidando impérios e seus imperadores, embora o Reino Unido não seja há muito o império que foi noutras épocas. Vi o ‘Gladiador’ no cinema e gostei porque sou fã de fantasia, de filmes épicos/de época, de

Aridez Emocional

A diferença entre ‘sentimento’ e ‘emoção’ ou entre o ‘estado sentimental’ e o ‘estado emocional’ é tão ténue que por vezes é tida como nenhuma. Na qualidade de homem pragmático, que em mim tomo como uma caraterística inata, não sou muito dado a um ou outro estado mas, em compensação, nutro uma elevada simpatia por ambos. Estava eu conversando com alguém sobre as coisinhas da

Maio, O Primeiro -p2

E então um grande VIVA! a todos aqueles que se esfalfam diariamente para ganharem umas coroas… Hoje recomendo Vitorino Salomé (‘ganda’ alentejano nascido em 1942) e a sua canção “Queda do Império”, lançada em 1983, porque há certos e determinados impérios a quem desejo uma vertiginosa queda. Por exemplo, o império dos oligarcas[1], dos autocratas[2], dos cleptocratas[3] e outros vermes pretensamente humanos. Além do grande

Social Ganância

Coloque-se duas pequenas crianças num quarto com apenas um brinquedo que ambas gostam muito. Em menos de nada ambas estarão se guerreando para conquistar o brinquedo. Ninguém as instruiu para guerrear afim de conquistar. Poderiam primeiro ter tentado partilhar o brinquedo mas não, guerreiam-se. E o brinquedo será pertença exclusiva da criança mais forte. Normal! É a natureza do animal humano, a sua essência… O

Esta Coisa Da Páscoa -p2

Conheço e adoro há muitos anos o tema “Psalmus Ode” do grande compositor Vangelis (já falecido). Cantado em Latim por um rapaz, Jeremy Budd, faz parte da banda sonora do filme “The Plague” (A Peste, 1992) baseado no livro com o mesmo nome de Albert Camus (de quem li “O Estrangeiro”). Há quem associe este tema a algo cristão ou católico mas encontrei por aí

Houfnice

Dicediri, darara dari ierara ceri didididade diradadu dididade dicediri. Lalacedui, dadadidui iraradadadi didadadade lacerenidi dice dadididi dadacedu dididododade dodadeiu ladacedui… Tema Musical: “Houfnice” de Wim Mertens in “Stratégie de la Rupture”, © 1991. Video-Clip: só contém a imagem de Wim Mertens Imagem Frontal: imagem de Wim Mertens.

Jogos Tolos

Quando as palavras não existem porque já não seriam suficientes. Ou quando existem mas ninguém as quer proferir. Nem ouvir. Quando a desilusão já ocupa um espaço da existência mais do que devia. Quando já não se ouve a mesma canção[1]. Nem se degustam os mesmos sabores. Nem se inalam os mesmos odores. Quando o estar ausente é um tão intenso prazer como era o

Lady Of Shalott

“The Lady Of Shalott”[1] é um poema[2] escrito por Lord Alfred Tennyson, em 1833, e usado como base para a música com o mesmo nome, adaptado por Loreena McKennitt. Esta é uma música melódica para a qual a voz de Loreena e a fantasia associada às encantadoras histórias de Camelot muito contribuem de modo a imprimir-lhe um teor algo celestial. Afinal, quem nos primeiros tempos

Cidade do Porto