Corajosamente Só!

Depois de cerca de dez anos sem férias… sempre esperando a oportunidade certa, pelos mais diversos motivos… a esperança de fazer aquela viagem com aquela pessoa especial, o que seria soberbo!… Decidi que não esperaria mais, pois a vida passa num ápice! Corajosamente só, segui com destino a F… O avião descolou à hora prevista e chegou sem delongas, apesar da apreensão de todos os

Unintended

( … ) ELA: Eu sou simpática. ELE: Pareces… ELA: Parece que somos a antítese 😊 ELE: Quem sabe? Estamos na fase de descoberta mútua. Se isso for verdade não iremos falar muitas vezes. ELA: O facto de sermos a antítese não quer dizer que não possamos ser amigos. ELE: 🤔 ELA: Até podemos aprender um com o outro. ELE: Sim, isso é verdade, sou

Palavras…

Se conseguires descrever o ritmo brando dos sorrisos A cadência subtil do olhar célere nas palavras O mundo que vimos e vemos Na espera mítica e vã do amanhã que não será Quando as palavras escorrem pela emoção da voz Titubeantes, envergonhadas, emergem por entre os dedos Entrelaçados na esperança de caminhares ao encontro Do amor não experimentado na melodia do meu expressar É só

E Lisa

E que tal uma seleção do melhor de Lisa Gerrard em CD? Um “best of”… FIG – o melhor de Lisa Gerrard por ZeBarbosa. Sei, não é para todos, apenas para pragmáticos sensíveis[1] como eu. E também só para gente antiga (como eu) que ainda usa CDs. É que eu sou da geração do Disco de vinil, da geração que viu o CD a nascer[2]

Olh’Ó Dia Da Mulher -p2

Diz-se que o Dia Internacional das Mulheres serve para relembrar as suas lutas sociais, políticas e económicas. Passo a passo ou pé-ante-pé, a Mulher tem conquistado terreno ao longo dos séculos. Os avanços são visíveis. A Mulher de hoje já não é o que era! Está mais empreendedora, mais conquistadora, mais independente. Mas… Pelos vistos há sempre um MAS! Ou mais que um… Relembremos o

Jogos Tolos

Quando as palavras não existem porque já não seriam suficientes. Ou quando existem mas ninguém as quer proferir. Nem ouvir. Quando a desilusão já ocupa um espaço da existência mais do que devia. Quando já não se ouve a mesma canção[1]. Nem se degustam os mesmos sabores. Nem se inalam os mesmos odores. Quando o estar ausente é um tão intenso prazer como era o

Lady Of Shalott

“The Lady Of Shalott”[1] é um poema[2] escrito por Lord Alfred Tennyson, em 1833, e usado como base para a música com o mesmo nome, adaptado por Loreena McKennitt. Esta é uma música melódica para a qual a voz de Loreena e a fantasia associada às encantadoras histórias de Camelot muito contribuem de modo a imprimir-lhe um teor algo celestial. Afinal, quem nos primeiros tempos

Cidade do Porto