Este Sporting Que Somos Nós

Ai, tal e coisa, não sou Sportinguista! Pois não. Eu também não. Mas este comportamento que estes “verdes & brancos” tão orgulhosamente têm exibido ao longo desta e anteriores épocas, é bem Português. Todos temos um pouco de treinadores e de louco. Todos somos orgulhosamente melhores que qualquer outro, não interessa quem. Todos nos sentimos forçados em nome de não sei o quê a impor

P’las Indias

Deixamos lá uma costela, em tempos idos que já lá vão mesmo. Esta Índia que de Português só tem a recordação que se mantém em meia dúzia dos 1.3 biliões de Indianos. Meia dúzia, mesmo. Português gosta de sonhar. Gosta de pensar que é conhecido e reconhecido porque em tempos idos, que já lá vão, descobriu algumas terras tão mais grandiosas que Portugal. Não. Não

Sinto-me Enchido

Não é uma expressão habitual. Em vez disso dizemos “sinto-me gordo”. Ou, se depois de uma lauta refeição, “sinto-me cheio”. Mas eu gosto de inovar e hoje sinto-me enchido. Vamos juntar tomate descascado, sal grosso (pouco), salpicão de Arganil, chouriço com alho da Guarda vindo dos Fumeiros da Guarda Lda e pão mistura. E chega, uma refeição bem Portuguesa, saudável porque nos faz sentir bem.

Se N’um T’Impotas, Impota

Sem hipóteses. Naquilo em que fomos grandes e já não somos, resta importar. E sim, fomos grandes na indústria conserveira. Já não somos… Matosinhos era uma parte suja do Porto. Aí se amontoavam as grandes indústrias conserveiras que dominavam o panorama mundial porque éramos quase únicos. Pescavamos muito, sem quotas, dava para comer fresco, conservar para nós e para o mundo e prover as zonas

Cidade do Porto