Excalibur

Em nome do sonho. Em nome da fantasia. Em nome das ideias plenas de projeção no bem estar. Na ligação plena de amor desinteressado. Não elaborado…

A fantasia domina mais uns que outros. Nada de géneros aqui a determinar predominância. Mas a fantasia domina mesmo. Tanto muito mais que desejado por muitos que não vêem na deambulação por aí um objetivo. Apenas um estar. Um sentido de si mesmos(as) enquanto duram. Enquanto sentem. Enquanto a vida lhes permite ser eles(as) mesmos(as). Enquanto a expressão livre é um direito. Ou apenas uma concessão. Ou um acidente de percurso. Um percurso objetivado ou apenas o resultado do ocaso…

Dirijamo-nos ao rochedo. Usemos as duas mãos. Acreditemos. Sintamos o que somos. Acreditemos no que sentimos. Vejamo-nos com a clareza que a nossa segurança nos permite. O nosso senso. A nossa crença.

E sigamos em frente…

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